Esta Noite Dançamos - Capitulo 25

Hi ! Espero que gostem deste capitulo, tanto como eu gosto! Dedico-o a todas as minhas queridas leitoras. Obrigada por tudo <3

 

“Bom dia, Bill. Bom dia, Maria! Nem era para escrever nada, mas a Ana insistiu tanto que lá acabei eu por vos escrever, não iam vocês entrar em pânico. É só para dizer que vocês estão aí fechados e só vão sair daí quando Eu ou a Ana achar-mos que já passou tempo suficiente para vocês darem uns beijinhos, ou mais alguma coisa! ;D

Escusam de procurar os vossos telemóveis, somos nós que os temos (se não fosse a Ana eu já me ia esquecer desse pormenor… Céus, ela é tão inteligente!)…

Não têm que agradecer por nada! Nós somos sempre solidários com os desesperados e desajeitados no que toca ao amor! Isto é só um empurrãozinho para vocês os dois dizerem o que sentem de uma vez por todas!

Aproveitem, porque estão sozinhos!

Façam muito sexo, sim?

Abraço, Tom e Ana…

P.S: Se depois de tanta actividade física tiverem fome, têm comida na dispensa!”

 

 

- O que é isso, Bill? – perguntou Maria vendo Bill com o papel na mão.

- Uma carta… Do Tom e da Ana! – disse-lhe ele ainda aparvalhado com o que tinha lido.

- Deixa-me ler isso! – Maria arrancou-lhe o papel da mão e começou a lê-lo. – Eu juro que quando os apanhar, vou fazer deles carne picada! Eu mato-os!

- Tem calma, Maria! Eu sei que eles abusaram, mas temos que pensar nalguma solução…

- Que solução? Não temos chaves, nem telemóvel… Só se tu fores qualquer coisa sobrenatural e consigas tirar-nos daqui!

-Não, não sou nada de sobrenatural… Talvez a única solução seja esperar!

- Esperar? Como eu conheço a Ana ela não nos tira daqui tão cedo… É bom que tenhas alguma coisa interessante que nos entretenha, porque senão eu entro em parafuso… - disse Maria sentando-se na cama amuada.

Bill sorriu. Colocou-se à frente dela, de pé, e começou-lhe a cantar:

“I’m trying to tell you/ I’m trying to know you/ I’m dying to show you/ fighting to get you.

Soon as you got me/ you go and drop me/ It’s cool when you burn me/ I love how you hurt me.

Oh no/ I’ll never let you go/ Oh no/ I hate that I need you so.

It’s not what you said/ It’s the way you say it/ It’s not what you did/ It’s the way you did/ sick and tired of needing your affection/ I chose to be  lonely/ Than live without your attention.”

- Bill, nem sei que te diga! – disse Maria completamente arrebatada com aquele momento.

- Diz-me que gostas-te!

- Sinceramente, eu não gostei… - Maria fez uma pausa e reparou na cara de desilusão de Bill – Eu simplesmente AMEI! Tu cantas mesmo bem! Quer dizer eu já sabia que cantavas maravilhosamente bem, mas assim foi, sei lá, foi… lindo, lindo, lindo! Não admira que tenhas tantas raparigas atrás de ti… A cantar dessa maneira é normal que elas te amem!

- E tu? Amas-me? – perguntou Bill aproximando-se dela e brincando com o seu cabelo.

- Bill, por favor, não me faças perguntas difíceis… - Maria sabia perfeitamente a resposta àquela pergunta, mas tinha medo dela. – Ouve, Bill… Eu não quero sofrer mais! Já sofri muito! Tudo o que eu quero, neste momento, é ser feliz…

- Maria e tudo o que eu quero é fazer-te feliz! Tu és tão especial, como nunca nenhuma outra rapariga foi… Eu quero-te, eu desejo-te, eu amo-te! - Bill aproximou os seus lábios do dela com ansiedade. Maria simplesmente petrificou com aquelas palavras. Há muito tempo que não ouvia aquelas coisas e voltar a ouvi-las, por sua surpresa foi bastante bom. Ela deixou-se levar pelo momento. Quando deu por ela, beijavam-se tão docemente que parecia um conto de fadas. Ele tratou-a com imenso cuidado. Começou por lhe tirar a parte de cima do pijama que ainda tinha vestida e acariciou deliciosamente os peitos firmes dela. Por momentos ela ficou meia atrapalhada com a situação… Afinal, aquele era Bill Kaulitz! Ele ajudou-a e tirou a sua própria camisola. Maria beijava-o consoladamente e atirou-se para a cama. Ele caiu em cima dela. Tirou calmamente as calças de pijama dela e apalpou-lhe as nádegas inevitavelmente. Nessa altura Maria já se sentia mais confiante. Ele dava-lhe confiança. Tirou também as calças dele e sorriu-lhe taradamente. Agora estavam em pé de igualdade, ele de boxers e ela de cuecas. Ele quis acabar com essa igualdade e começou por lhe tirar as cuecas, deslizando-as suavemente pelas pernas macias dela. Acarinhou-lhe todo o corpo fazendo-a sentir uma deusa. Ela já não aguentava aquela espera e tirou-lhe aqueles boxers sexy’s que ele vestia. De seguida esticou o braço e abriu a gaveta da mesinha de cabeceira de onde tirou de lá um preservativo. Bill sorriu-lhe.

- Parece que estás melhor preparada do que eu… - disse Bill beijando-lhe o pescoço.

- Bem, por acaso são da Ana! Depois temos que lhe agradecer! – retorquiu Maria sorrindo e  afastando Bill e colocando-lhe o preservativo serenamente no pénis dele. Ele colocou-se novamente em cima dela e entrou dentro dela. No primeiro impacto, ouviu-se um gemido que ecoou no quarto inteiro. O ritmo era lento, mas ambos gostavam assim…

 

Ana fora para o quarto dos gémeos. Tom aproveitou para tomar o seu banho matinal e apesar das suas súplicas para Ana ir com ele tomar banho, ela não cedeu…

Enquanto esperava por ele, sentou-se na cama dele e ligou a televisão. Depressa reparou que todos os canais eram em alemão, coisa que ela não percebia absolutamente nada, só mesmo inglês. Suspirou e desligou a televisão. De repente sobressaltou-se quando ouviu um barulho rápido. Olhou para a secretária e viu o telemóvel de Tom a vibrar. Levantou-se e visualizou o ecrã. O idioma era inglês, por isso conseguiu traduzir o que lá dizia: “Uma nova mensagem de Sylvia”… Por momentos teve uma enorme vontade de abri-la e lê-la, mas controlou-se e não o fez. Começou a mexer nos cd’s dele para ver se encontrava alguma coisa de jeito. Sentiu alguém a abraça-la carinhosamente por trás e começando a beijar-lhe o pescoço. Era Tom, sem dúvida. Ana afastou-o e voltou-se a sentar na cama.

- Tens uma mensagem no telemóvel! – informou ela não dando atenção nenhuma a Tom.

Ele pegou no telemóvel e leu a mensagem percebendo logo o mal humor de Ana.

- Não precisas de ficar assim! É só uma mensagem sem importância nenhuma… – disse-lhe Tom, sentando-se à beira dela e começando a acarinhar-lhe o rosto e arrebatando-a com um beijo louco.

- Assim, como? Eu estou óptima, Tom! E não tens que me dar explicações absolutamente nenhumas! Que eu saiba nós só fizemos sexo e isso não tem que mudar nada entre nós! Pára de estar sempre a beijar-me e a tocar-me, sim? Já chega… - Ela explodia. Levantou-se bruscamente da beira dele e começou literalmente a entrar em chama…

- É preciso ter muita pachorra para te aturar, miúda! Se te irrito, é porque te irrito, se sou meigo, é porque sou meigo! Ninguém te percebe… – disse Tom chateado e furioso com a reacção dela.

- Ok… - Ana tentou a acalmar-se – Desculpa Tom… Eu não devia ter dito as coisas daquela maneira! Mas não consigo controlar o meu temperamento…

- Pois, então haver se te controlas, porque qualquer dia ainda magoas alguém com as merdas que dizes. Alguém que goste muito de ti… - disse-lhe ele penetrando o seu olhar no dela.

- Eu sei! Já não és a primeira pessoa a dizer-me isso… Eu vou tentar controlar-me, prometo! – Ana fez uma pausa. Formou-se um terrível silêncio entre eles. – Bem, será que o Bill e a Maria já atinaram? Só espero que resulte! – perguntou ela tentando erradicar aquele ambiente asfixiante. Ficou aliviada por ele lhe responder gentilmente. Era sinal que não estava chateada com ela.

- Não sei, mas acho que o nosso esforço vai valer a pena! Eles dali não podem sair! A ideia não tem fugas, por isso aquilo só pode acabar bem! Mas confesso que neste momento só queria ser mosca… – Tom olhou para ela, reparando no brilhante sorriso que ela exibia. A sua mente fez ‘clique’ quando reparou nas mãos dela. Havia ali algo que ele queria saber ao bastante tempo. Foi directo ao assunto: – Olha lá! Andas sempre com esse anel e quando fui ao teu quarto vi uma fotografia tua com outro rapaz que também tinha um anel igual a esse. - Qual é o significado de tudo isso?


feito por danceandtokiohotel às 10:05 | link do post