Esta Noite Dançamos - Capitulo 16

AVISO:

As férias acabaram e a escola começou. Com isto, não vou poder postar os cap regularmente. Tenho que estudar e acreditem que é melhor faze-lo desde o 1ºperíodo, ainda por cima com exames no final do ano :S Sendo assim, não vou ter tanto tempo para comentar as vossas fic's e não gosto nada da ideia, mas prometo que depois tiro algum tempinho e leio tudo e comento tudo! Prometo, mesmo... Aqui vos deixo este cap um pouco exagerado na dimensão, mas delicioso (acho eu) como maneira de vos pedir desculpa... Espero que elas sejam aceites! Não sei quando voltarei a postar o próximo cap, mas espero que seja no máximo daqui a uma semana (para quem vinha aqui quase todos os dias, uma semana é umA eternidade). Espero que quando vier postar encontre muitos comentários... Kiss para todas as minha queridas leitoras e um enorme OBRIGADA por tudo :DD

 

Quando deu por ela, Ana estava sentada na beira do palco onde à sua frente via o vazio e a escuridão. Estava completamente sozinha, ali. Talvez fosse disso que ela precisasse naquele momento. Tinha que pensar, mas não o queria fazer. Estava assustada com a conclusão que o seu pensamento poderia ter.

- Olá!- dissera uma voz atrás dela. Ela voltou-se sobressaltada.

- Olá... - respondeu ela reparando no rapaz bonito que estava à sua frente. Era loiro e tinha uns enormes e lindos olhos verdes. - Tu não és do grupo da Sylvia? - acabou ela por perguntar um pouco confusa.

- Sim, sou! Desculpa estar a incomodar, mas acho que tenho que dar os parabéns pelo vosso desempenho esta noite! Foi mesmo muito bonito e tu danças fantasticamente bem...

- Bem, tu até és simpático ao contrário da Sylvia - disse Ana surpreendida com aquele elogio.

- Pois, ela odeia quem lhe faz concorrência, mas eu não levo as coisas assim tão a peito! - explicou ele - Já agora, sou o Richard.

- Eu sou a Ana, prazer! - apresentou-se ela apresentando um sorriso na cara.

- Ana precisamos de falar! - um corpo aproximou-se bruscamente dela e apresentava uma cara severa. Era Tom.

- Eu agora estou ocupada, não vês? - as cordas vocais da Ana transmitiam desprezo e sarcasmo.

- Desocupa-te! É importante...

- Bem, de qualquer maneira eu tenho que ir e assim deixo-vos à vontade - disse Richard apercebendo-se da situação - Adeus Ana. Vemos-nos por aí!

- Oh adeus... Desculpa a sério! À pessoas que não têm respeito pelos outros - disse dirigindo o olhar para Tom, nesta última frase.

Richard já tinha desaparecido.

- Quem era aquele? - perguntou Tom

- Em primeiro, não tens nada a ver com isso e em segundo suponho que não seja isso a coisa importante! - fez uma pausa para tentar descodificar aquele olhar enigmático do Tom - Então, Tom? Não me faças perder tempo!

- Que raio é que foi aquilo lá dentro? - disparou ele - Porque é que disses-te aquilo?

- Estás a referir-te à parte de que tu só não me comes-te porque eu não quis, mas por ti isso já tinha acontecido? Bem Tom, ambos sabemos que isso é a verdade. Mas não te preocupes tu das-lhe uns beijinhos e uns amassos e ela esquece o que eu disse. Afinal aquela cabra tem o cérebro do tamanho de uma ervilha...

- Cabra? Até é simpática...

- Sabes porque é que a achas simpática, Tom Kaulitz? Porque é fácil de leva-la para a cama... - Ana fez uma pausa para respirar - As cabras são assim, deixam-se levar pelos cabrões!

- Tenho uma vontade de te bater que nem imaginas! - disse Tom exibindo uma voz e um olhar furioso.

- Então bate se isso te fizer sentir melhor! - Ana estava a provoca-lo.

«Eu não bato em raparigas!», pensou para ele próprio.

O silêncio que se formou até fazia tremer cadáveres. Tom olhava-a intoxicadamente. Estava completamente furioso e bastou reparar no olhar dele para ela perceber isso rapidamente. Mas não mostrou receio nem arrependimento e o seu olhar apresentava isso mesmo. Isso ainda deixou Tom mais em chamas...

Do nada, apareceu o Bill e a Maria. Ao ver aqueles rostos severos e impenetráveis preocuparam-se.

- Mas o que é que se passa? - perguntaram ambos.

Ana não falou, saiu dali à velocidade da luz. Maria foi atrás dela sem pensar duas vezes.

- O que é que se passou Tom? - repetiu Bill, agora sozinho com o irmão.

Tom deu um pontapé no vazio.

- Aquela miúda... Odeio-a!

- Tom tu sabes que...

- Cala-te Bill! Não quero ouvir as tuas teorias alucinantes, nem sequer estou com cabeça para te aturar! - disse Tom sem deixar o irmão acabar - Não durmo em casa! Vou passar a noite com a Sylvia.

- Mas Tom tu...

- Adeus! - disse Tom interrompendo outra vez o irmão e a afastar-se. Tom foi para os bastidores novamente para ter com a Sylvia.

 

- Olá Sylvia, preparada para a nossa noite? - disse Tom tentando esconder a sua voz furiosa.

- Não posso, Tom! Desculpa... - informou ela tristonha.

- O quê?

- A minha mãe telefonou-me e disse que o meu pai está bastante mal e foi para o hospital. É para lá que vou agora! Só estava à tua espera para te avisar!

- Estás a gozar comigo? - Tom estava completamente passado, mas reparou no olhar de Sylvia. Estava desiludida com a reacção dele. - Desculpa, fui um parvo! Espero que o teu pai fique melhor... Queres boleia?

- Não, obrigada! - ela beijou-o e saiu

- Hoje tiraram-me o dia para me chatear! - murmurou ele para as paredes.

 

Saiu dali e ainda avistou o seu irmão.

- Bill? Espera...

Bill franziu um dos olhos ao ver Tom sozinho.

- A Sylvia?

- A Sylvia hoje não pode, e por favor não me faças perguntas...

- Ok, ok - disse Bill levantando os braços - Olha estive a pensar numa coisa e queria que colaborasses comigo!

- Em quê? - perguntou Tom curioso.

- Queria convidar a Maria para jantar, mas tenho medo que ela regei-te por ser só nós os dois e um cenário bastante intimidante...

- E onde é que eu entro, Bill?

- Bem íamos jantar os quatro juntos. Eu e a Maria, tu e a... Ana!

- Estás parvo, só pode! Achas mesmo? Eu e a Ana? Ouve lá, bates-te com a cabeça? Esquece, mesmo que eu quisesse ela nunca aceitaria. E se a Ana não for, a Maria também não. Sabes como são essas coisas de raparigas!

- Bem, então vai o Georg, o Gus e o resto do grupo delas... Vá lá, elas assim não podem rejeitar!

- É muita gente! - contrapôs Tom.

- Faz isso, por mim Tom! Por favor?

- Tu bem falas de mim, mas tu é que estás apanhadinho e pela Maria...

- Ela é diferente... especial!

- Já reparei... - Tom exibiu um sorriso trocista.

- Muito bem, Tom. Amanhã de manhã convidamos-las...

- Bill, nem acredito que vou ter que aturar a Ana por tua causa. Ficas-me a dever uma, parvalhão!

- Sim, Tom, eu também gosto muito de ti! - disse Bill com uma felicidade enorme nos olhos e no sorriso.

feito por danceandtokiohotel às 20:06 | link do post